Empreendedorismo e Gestão

Quem casa quer casa. Será?

Insighter,

Todos sabem que minha intenção aqui é sempre abrir a sua mente e te ajudar a quebrar paradigmas, minha intenção não é em nenhum momento massageiar sua zona de conforto e hoje, com o retorno dos meus posts, não será diferente. Como todos sabem também, eu não concordo com uma série de “verdades absolutas” da sociedade e hoje gostaria de te confrontar com mais uma. Todos falam que quem casa quer casa, mas será essa a melhor alternativa? Será que as pessoas bem sucedidas pensam assim?

Vamos lá! Minha resposta para você é não para ambas as perguntas acima e não vou escrever aqui baseado em minha opinião somente, mas segundo o maior guru da Inteligência Financeira do mundo, Robert Kiyosaki – autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre”, best-seller do New York Times com mais 2 títulos, assim como Wall Street Journal, entre outros -, e Gustavo Cerbasi, maior guru de inteligência financeira do Brasil – autor do livro “Casais inteligentes enriquecem juntos” que também é um best-seller brasileiro e que já virou um longa metragem em 3 edições “Até que a sorte nos separe” que foi sucesso de bilheteria no Brasil. Agora por que esses dois mestres são contra o que a maioria da sociedade apoia?

Uma questão de mindset junto com uma vontade de não agradar a sociedade fazem desses e de quem segue essa mentalidade, pessoas felizes e parte de uma pequena parcela da população. Vamos a umas contas simples… O sonho que um casal recém-casado tem é de ter uma casa própria, porém na realidade não é o sonho deles, mas sim das pessoas que o circundam e eles acabam por querer provar por status que tem uma casa boa e receber os aplausos provindos dessas pessoas que não entendem absolutamente nada de inteligência financeira e felicidade.

Um casal normal que cresce junto gasta um bom dinheiro numa festa, fica com algumas prestações para depois e ainda assume uma prestação de mais ou menos 15 anos pagando R$2500,00 por mês por uma casa própria. Provavelmente um deles é infeliz no trabalho e agora fica refém dele porque precisa pagar as prestações. Num orçamento familiar de R$7000,00, restam R$5500,00 que ainda precisam pagar comida, água, telefone, internet, gasolina, prestação de carro, vestuário e os tão sonhados móveis planejados que acabam se tornando um pesadelo (falo sobre eles semana que vem). E aí vem a pergunta: “O que é felicidade para você?”. Vale a pena passar por tanto sofrimento para agradar os outros em detrimento da sua própria felicidade? Para mim, é falta de amor próprio. Felicidade é estar em paz consigo mesmo e ter qualidade de vida, porém como o preconceito social com o aluguel é muito forte, ele nunca é uma alternativa e as noites sem dormir que aproxima um corte no quadro de funcionários de uma empresa passar a assolar a vida do casal e aí o piano que você carregava para os outros vai ter que ser mais pesado, pois caso sua produtividade baixe, você fatalmente vai ser cortado, logo o tempo de dedicação aos seus projetos pessoais e a sua família vão diminuir porque você vai estar sendo sugado por uma empresa onde a meritocracia nem de longe é uma prática dela.

O que é qualidade de vida para você? Para mim é poder sorrir em meio a tempestadade com dor de cabeça sim, mas com a certeza que ela tem data para acabar e que não vai demorar muito. Pensa comigo, vai: não é muito melhor poder fazer passeios curtos a cidades circunvizinhas, poder ir à uma academia ou frequentar uma aula de tênis?! Pois é, meu caro, se você pensa como a maioria, as dores de cabeça não serão passageiras e a infelicidade e a ansiedade vai acabar acabando com você, logo sua saúde vai piorar e seus gastos com remédios também…

Porém, quando assume-se um aluguel de R$1500,00, o orçamento aumenta, o que sobra você pode investir para sair do que o que Robert Kiyosaki chama de Rat Race, onde a vida é feita de passivos e o motor é você (posts para as próximas semanas), aumenta e caso você queira aumentar ainda mais seu fluxo de caixa familiar você pode ir para um lugar mais barato (ainda mais na crise que é favorável para negociar valores muito mais baixos). No entanto, isso exige muita resiliência para aguentar as pedradas sociais e visão de futuro que você realmente vai usufruir de algo maior que a maioria. Sem contar que quando o casal é jovem, a instabilidade territorial, ou seja, a possibilidade de morar em outros lugares é grande e, quando você for transferido/buscar uma oportunidade em outra cidade seu passivo, casa/apartamento, vai ficar lá tirando seu dinheiro. Mas você pode pensar, posso alugar ou vender quando estiver valorizada. My friend, o retorno de um imóvel através de um aluguel demora 30 anos e vender imóveis, principalmente em tempos de baixa, como esse, é muito difícil e você vai acabar tendo prejuízo porque vai vender por um preço mais baixo. Ao passo que investindo corretamente no mercado financeiro ou em um negócio, você tem um retorno muito mais rápido e maior tanto financeiramente quanto em quesitos de satisfação pessoal e felicidade. Está na hora de você evoluir seu mindset, buscar uma vida diferenciada e ser realmente feliz!

E aí?! Quem casa quer casa?

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