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Um Brasil desfaleçado e esfacelado

Na última semana vivenciamos um cenário muito atípico nos últimos 25 anos: o pedido de impeachment. Desde quando tivemos eleições diretas, esse é o segundo pedido. À época da década de 90, o então presidente Collor foi pego num sistema de corrupção, porém antes do julgamento final – para não piorar o que já era muito ruim – ele renunciou o cargo de presidência da República para ficar somente inelegível por 8 anos. Aí eu te pergunto: se a história existe para

que não erremos como no passado, por que será que ele voltou ao cenário político parlamentar nos últimos anos? O problema não está no povo?

Depois de uma série de etapas da operação lava-jato, enfim, está se chegando ao topo, à cúpula maior. Hoje temos uma aparelhagem da máquina pública completamente perfeita para a atual gestão, onde há um protecionismo em todas as esferas. Mais uma vez volto a dizer que não sou partidário e que idealismo partidário é perda de tempo de produtividade. No entanto, não é saudável para uma nação democrática que um mesmo partido se perdure por anos, pois quando há situações como essas, não existe ordem nem progresso. O sistema que já é errôneo fica ainda mais comprometido.

Uma coisa é fato: a economia de alguma forma sente a crise brasileira que é mais política que econômica (haja visto que a crise do petróleo é mundial e a coisa não está tão feia assim nos nossos vizinhos e nos africanos também subdesenvolvidos). Na última semana, o dólar comercial iniciou na casa dos R$3,88 e fechou na sexta nos R$3,73. Uma queda assustadora num período tão curto de tempo, ou seja, independente do que aconteça, a economia sente. Parafraseando Flávio Augusto, digo que o maior programa social é sua economia, pois é por lá que se gera empregos, abaixa-se os custos de alimentos, commodities, impostos e taxas.

O cenário atual é deprimente: altos preços, alto desemprego, programas sociais à beira da falência, educação sem caixa em todos os níveis, longas filas no SUS, ou seja, o presente comprometido e o futuro também. A pergunta que nos resta é: qual é a solução para o caos que estamos inseridos?

A segunda lei da termodinâmica nos afirma que tudo tende à desordem, a menos que seja colocado energia para mudar a ordem natural. Isto é, se continuar do jeito que está, vai ficar pior. E se acontecer o impeachment? Quem assumirá? Eduardo Cunha? Renan Calheiros? PMDB? Democrata? PSDB? O resumo para todas essas opções é uma expressão brasileira: “Todas as opções são mais sujas que pau de galinheiro!” Não existe experança na política brasileira! Vamos colocar os ditadores J. Willys ou Bolsonaro? Nada funciona! Acho melhor colocarmos um pouco de graça na situação e convidarmos Tiririca, pois a situação política atual é tão séria que só um palhaço para fazer dar certo e pior que tá não fica, né (sarcasmo)?!

Querido Insighter, no atual momento o dólar é a moeda mais forte embora as libras tenham mais valor, os EUA são a economia mais forte, China já foi! E mesmo com esse cenário todo favorável aos EUA, tem gente perdendo o jogo lá. Aqui no Brasil, tem gente vencendo, gente que decidiu ter uma postura protagonista, não vitimista. Engenheiro que foi demitido, pegou o isopor e foi vender água de terno e gravata na rua e hoje não quer nem saber mais da engenharia. A única solução é você e esse negócio que você carrega chamado cérebro! Você pode mudar o cenário, mas se continuar chorando e de braços cruzados, so sorry but you won’t make it, buddy!

Boa semana e pra cima deles, Insighters!

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